Na Zeratype a gente tem mais de 30 veículos de mídia ativos. Trinta. Não são contas de redes sociais — são veículos. Cada um com identidade, audiência e lógica de conteúdo próprias. Alguns são podcast. Outros, vídeo. Outros vivem nas redes. Todos exigem atenção constante.
Quando você opera nessa escala, o problema não é criar conteúdo. O problema é não perder o fio.
O trabalho invisível de tocar mídia
Tem uma parte do trabalho de mídia que ninguém vê: a parte em que você está assistindo vídeo atrás do clipe que vai engatar. Em que está lendo comentário tentando entender o que sua audiência realmente liga. Em que está comparando como uma conta performa em relação a outra do mesmo nicho e não tem onde colocar nada disso.
Na Zeratype, isso aconteceu pra gente multiplicado por trinta.
Cada veículo precisa da própria análise. Do próprio mapeamento competitivo. Da própria leitura da conversa pública. E tudo muda o tempo todo — porque a audiência muda, o formato muda, e o que funcionou no mês passado pode não mover nada amanhã.
Transcrever pra não assistir tudo duas vezes
Uma das primeiras coisas que a gente resolveu com o MOD foi transcrição. Temos vídeos nossos e vídeos de terceiros que precisamos processar: entender o que foi dito, achar momentos-chave, identificar trechos que funcionam como clipe ou pra análise.
Antes, isso era alguém sentando e assistindo horas de gravação. Hoje, a gente transcreve e trabalha em texto. Buscamos momento por palavra-chave. Pulamos pros timestamps que importam. O que era processo linear virou navegável.
E não é só pra clipar. A gente usa transcrição pra analisar conteúdo de terceiros, entender o que outras contas estão fazendo e detectar padrões no que a concorrência publica.
Entender métrica sem viver dentro de uma planilha
Quando você cuida de 30 veículos, não dá pra passar pelo analytics de cada um na unha. Você precisa de um jeito de perguntar "como essa conta performou esse mês?" e receber a resposta com contexto.
É pra isso que a gente usa o MOD. Conectamos as contas e perguntamos direto: que conteúdo rendeu, que formato está performando melhor, como uma das nossas contas se compara a outras do mesmo nicho.
Também geramos gráficos comparativos. Se temos um veículo de ciência e queremos ver como estamos contra o benchmark daquele segmento, montamos na hora. Não esperamos o relatório mensal. Não dependemos de alguém juntando dado em planilha.
Mapear o que está rolando lá fora
Tocar mídia não é só olhar pra dentro. Você precisa saber o que está rolando na conversa pública, que contas novas apareceram, que temas estão ganhando tração.
O que a gente faz é direto: pedimos uma busca e mapeamento de contas relevantes por tema. Se um dos nossos veículos cobre tecnologia, queremos saber quem são os criadores que estão crescendo nesse espaço, o que estão publicando e o que está rodando bem.
A gente usa isso também pra mapear conversa pública. Quando precisamos entender como um tema está sendo discutido, em vez de ficar horas no scroll, rodamos a varredura e trabalhamos em cima do resultado.
O que escala e o que não escala
Ferramenta tem em todo lugar. O que sempre falta é contexto. Você pode ter a melhor IA do mundo, mas se toda vez que usa precisa explicar do zero quem você é, o que faz e o que está procurando, não escala.
O que a gente achou no MOD é uma coisa que parece mais workspace do que assistente. Um lugar onde as contas já estão lá, o dado se acumula e as perguntas que a gente faz hoje aproveitam o contexto de ontem.
Com 30 veículos ativos, isso não é um plus. É a única forma de funcionar.
Zeratype é uma empresa argentina de media building com mais de 30 veículos ativos. Eles usam o MOD pra análise de conteúdo, transcrição, mapeamento competitivo e operações editoriais em escala.



